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ELES LEVAM O NOME DA FASEH ÀS RESIDÊNCIAS DOS MELHORES HOSPITAIS


Ex-alunos garantem vagas nos serviços médicos mais disputados e mostram a excelência da formação que receberam durante a graduação na faculdade nota máxima 

 

Todo ano, alunos que estão terminando a graduação em Medicina passam por mais um teste de fogo, na formação, para exercer a carreira que escolheram: a prova de residência. Lucas, Isadora, Felipe e Luisa já passaram por ela e, hoje, se especializam em áreas distintas em alguns dos mais disputados serviços hospitalares de Minas, mostrando a qualidade do ensino que receberam na FASEH.

Uma das medidas de excelência de um curso de medicina é o resultado dos graduados nessas provas de residência. Nos melhores hospitais-escola, a concorrência é alta. Os médicos formados que buscam a especialização pela residência têm que passar por provas específicas de alguns hospitais ou pelo Processo Seletivo Unificado que reúne vários deles em um exame só. O PSU de Minas é o maior concurso de residência médica do país, em número de instituições participantes. São 89, com cerca de 1,2 mil vagas em 450 especialidades. E mesmo assim, em algumas a concorrência é alta, com instituições que chegam a ter mais de 100 e quase 200 candidatos por vaga, para as especialidades mais procuradas. (Veja os números de 2019)

O concurso tem uma fase de prova, valendo 90 pontos, e outra de avaliação curricular, de 10 pontos, em que contam monitorias, estágios e projetos de extensão feitos durante a graduação.  Se a escolha da faculdade foi acertada, esta é mais uma etapa da carreira médica a ser vencida com louvor. É o que têm feito os alunos formados na FASEH.

1º lugar geral em Neurocirurgia no PSU

Lucas Rodrigues de Souza entrou para a faculdade de Medicina da FASEH aos 17 anos e aos 25 já é R2 de Neurocirurgia, no renomado serviço do Hospital das Clínicas, em Belo Horizonte, tendo sido aprovado em primeiro lugar geral no PSU. “Entrei muito novo na FASEH e foi ótimo porque fui obrigado a criar responsabilidade cedo.  Como era uma faculdade menor, era como uma família!”, conta o médico.

Filho de pai e mãe médicos acupunturistas, Lucas diz que foi influenciado pela visão neurofisiológica da acupuntura, na escolha da especialidade, para trabalhar com a dor. “Na faculdade, neuroanatomia era a matéria mais difícil e este desafio me fez gostar da área da neurociência. Virei monitor de neuroanatomia e de técnica cirurgica, outra matéria de que gostava. E daí, a escolha da residência em neurocirurgia na qual me encontrei”.

A experiência no HC tem sido intensa, numa equipe com 10 residentes e 10 preceptores. Lucas conta que, como R1 no ano passado, participou de 252 casos, só entre março e agosto. Neste ano, está no HC e em estágio de neurotrauma no Hospital de pronto-socorro João XXIII. “No R3 e R4, além do HC, rodamos no Luxemburgo. R5 é guiado de acordo com a subespecialidade que você escolher. Ainda quero fazer mestrado e doutorado e tenho a proposta de fazer fellow (fellowship – bolsa para treinamento médico nos EUA ou Canadá) fora também”.

Do tempo na FASEH, o residente destaca os professores como o maior valor na formação que teve. “Alguns me marcaram muito, como o professor Paulinho (Paulo Roberto Ferreira Henriques) , de técnica cirúrgica, que foi uma inspiração e, infelizmente, já faleceu.  Outro foi o professor Renato Maciel que dava aula de patologia e era fenomenal! Do professor Marcinho (Márcio Alberto Cardoso), de anatomia, além da experiência, guardo as piadas que ele usava  e que eu uso até hoje, ri o médico. Lucas completa que a influência deles foi tão grande que gostaria de seguir o exemplo. “Tenho vontade de dar aulas, principalmente de semiologia neurológica. Quem sabe o bom filho à casa torna?” 

Vaga em unidade com 119 anos de tradição

 

Isadora Magalhães começou a residência na Santa Casa de Belo Horizonte, neste ano, depois de optar pela especialização em dermatologia, tendo passado por um processo rigoroso exclusivo do Grupo Santa Casa.  “A preparação para para as provas de residência não é tarefa fácil, e é realmente um processo cansativo e desgastante. Mas, contar com o apoio incondicional dos nossos professores, tanto durante o internato, quanto nas horas externas dedicadas aos estudos, foi essencial. Com certeza, a FASEH nos deu embasamento e preparação para as provas!”

Isadora entrou para a FASEH em 2012 e encontrou o apoio que precisava para enfrentar a rotina pesada de estudo. “Posso dizer que foi uma das melhores escolhas, em termos de ensino e assistência prestados aos alunos. Obviamente, como todo curso de Medicina, passei por momentos em que me senti sobrecarregada com tanto conteúdo a ser assimilado. No entanto, a faculdade, seu ambiente, seus funcionários e os amigos que por lá fiz, deram a leveza necessária para seguir com o curso e me sentir realizada!”

A médica participou do programa do governo federal Ciência sem Fronteiras, quando estava no 6º período de medicina. “Tive a oportunidade de estudar Medicina em uma universidade na Inglaterra, por 1 ano, e, com essa experiência, vi o quanto estamos preparados para lidar com os desafios também fora do Brasil”.

A residente que, agora passa um período no Hospital Eduardo de Menezes, diz que está muito feliz com a vaga que conseguiu na residência da Santa Casa.  “Estou extremamente animada de me especializar na área com que sonhei, desde que ingressei na faculdade, ainda mais em um hospital conhecido em todo o país! Acredito que o futuro da
Medicina será bastante concorrido, com muitos médicos se formando, nos próximos anos. Por isso, o caminho da escolha de uma especialidade é tão importante: você precisa se destacar em uma área! Mas, lembrando que, fazendo aquilo que ama, as chances de sucesso são sempre claras!”

Aprovação em rede particular renomada

Luisa Andrade conseguiu, neste ano, uma vaga no processo seletivo para a residência de cirurgia geral, no Mater Dei. “Desde o primeiro dia, já entramos em campo e auxiliamos na cirurgia. Claro que, aos poucos, mas eles fazem muita questão que tenhamos contato direto com o que vamos de fato exercer, assim que pisamos no hospital”.

A residente conta que ingressou na FASEH, em 2013,  e se surpreendeu positivamente, desde o início. “Quando entrei, ela ainda era pouco reconhecida, fora da Grande BH, até mesmo dentro dos cursinhos. Até pensei em entrar e, depois, fazer a prova de transferência pra outra instituição. Mas, com pouco tempo, já me sentia em casa. O fato de a faculdade ser pequena, tem a vantagem de que os professores te conhecem e se dedicam muito a você”.

Para ela, esta atenção foi essencial para que ela enfrentasse todas as etapas da graduação e chegasse bem preparada onde está. “Quando a gente entra no curso de Medicina, estamos muito empolgados querendo atender todo mundo mas, no início, não é bem assim, né? São dois anos muito exaustivos, com a cara enfiada nos livros e quase nada de contato com paciente. Mas, aos poucos, vamos sedimentando conhecimento, começamos a atender e chegamos ao internato bem preparados. É com certeza a melhor parte da faculdade porque vivemos a medicina o tempo todo!

Para Luisa, a disputa pela vaga de residência foi a pior parte da formação dela, até hoje. “O clima é de muita competição e minha área, este ano, foi a mais concorrida em alguns hospitais. Foi bastante estressante, mas passou”.  Ela destaca a ajuda que teve da FASEH para enfrentar este desafio. “Tínhamos professores muito solícitos, sempre dispostos a atender nossas dúvidas, que ofereciam material para estudo, celular, tudo que a gente precisasse, mesmo!”

As expectativas, nesta nova fase de especialização, para a ex-aluna da FASEH, são as melhores:                                                    “Eu só estou no começo da residência mas extremamente realizada e feliz! Apesar de ser exaustivo, sinto que estou no lugar certo. Espero atingir sucesso profissionalmente e fazer a diferença na vida das pessoas, mesmo que sejam apenas dos meus pacientes!”

Especialização no hospital referência na formação de obstetras

Felipe Clemente Colbert Câmara, que foi aluno da FASEH entre 2013 e 2018, escolheu o Hospital Maternidade Odete Valadares, com 80 anos de história, para se especializar em ginecologia e obstetrícia. O médico conta que começou o curso de graduação em outra instituição, pediu transferência para a Faculdade da Saúde e Ecologia Humana e se surpreendeu muito positivamente. “O curso foi capaz de me acrescentar muito como pessoa, como ser humano, além de me dar instrumentos para eu me qualificar como profissional médico”.

Felipe diz que se sente muito seguro na residência por causa da ênfase na parte clínica do curso da FASEH. “O curso é bem formatado, com um ciclo básico em que eu estudava muito, adquirindo conhecimento teórico consistente para, depois, passar à fase prática em que a faculdade conseguiu desenvolver um raciocínio clínico muito grande, na cabeça de todos os alunos”.

Como todos os alunos da FASEH, o residente ressalta que o ponto forte da faculdade de Medicina são os professores. “O corpo docente da faculdade é muito bom, com profissionais experientes, engajados no mercado de trabalho e profissionais éticos. Isso foi muito importante para a formação que eu tenho hoje e que vejo que é um diferencial na residência!”

Felipe viveu a transformação da FASEH, o investimento na estrutura física que ajudou a faculdade a alcançar a nota máxima do MEC. “Pra nós alunos foi muito bom porque a gente começou a ter melhor contato com a anatomia patológica, a medicina de exames, uma medicina integrativa muito boa para a formação. Me formei, no ano passado, e entrei direto para a residência. A influência que a FASEH teve na minha aprovação, eu acredito que esteja muito relacionada ao conhecimento clínico que a faculdade me ofereceu. Hoje, é o que a prova de residência exige mais, é o que o médico generalista precisa ter, para enfrentar um plantão, o mercado de trabalho. E isso no curso da FASEH é muito bem trabalhado!”

Neste ano de R1, o ex-aluno da FASEH conta que está com a rotina muito puxada, cansativa mas tem tido a oportunidade de mais prática. “Meu objetivo é terminar a residência e entrar para a pesquisa, me aprimorar cada vez
mais, que foi o incentivo que a faculdade sempre me deu. Sou muito grato à FASEH e tenho muito orgulho de ter me formado nesta instituição!”

FASEH oferece novas ferramentas exclusivas

Neste ano de 2019, a faculdade investiu em mais duas ferramentas, umas delas para ajudar na preparação dos alunos para concursos médicos, inclusive a residência, e outra para estudantes, também de outros cursos, conhecerem as habilidades específicas que precisam desenvolver para as carreiras futuras.

 O app da Medcel está acessível, de forma gratuita, para os acadêmicos dos dois últimos anos do curso de medicina. A empresa que fez um lançamento no Teatro Capucho, na FASEH, neste semestre (fotos acima), é pioneira na oferta de tecnologia para preparação para a residência médica, especializações e atualizações na modalidade de Educação a Distância. Ela tem uma plataforma com videos (inclusive uma série de 12 episódios com 49 casos médicos), textos, podcasts, simulados, quizzes, dicas de pegadinhas em provas, em que o aluno pode fazer um plano individual de estudo, ter a comparação com concorrentes à residência, pelo desempenho na especialidade e instituição escolhida, e ainda tem um guia para acompanhar provas e editais em todo o país.

A avaliação ACETRAC, avalia capacidades e habilidades cruciais para o sucesso no trabalho e oferece um feedback detalhado sobre o desempenho do estudante, em capacidades, habilidades e atributos pessoais, identificando os seus pontos fortes, áreas a desenvolver e necessidade de formação. O questionário de Personalidade Genérica (Generic Personality Questionnaire) apresenta as percepções profissionais e pessoais com base nos 5 traços principais de personalidade ( estabilidade emocional, conscientização, agradabilidade, extroversão e abertura a novas ideias ), o Five Factor Model ou Big Five Model, amplamente utilizado no campo do comportamento organizacional e da gestão de recursos humanos. Ele é usado para identificar os pontos fortes da pessoa e contribuir para que ela supere possíveis fraquezas, podendo ser usado durante construção de equipe, para que as percepções de si mesmos e de colegas melhorem a comunicação e o trabalho. O ACETRAC também faz um mapa de interesses para ajudar o estudante a visualizar as opções de carreira e assim ter uma vida professional mais envolvente e satisfatória. O sistema emite um relatório individual e sigiloso para o aluno,  com os direcionamentos, a fim de melhorar a sua dedicação e maximizar o seu potencial de desempenho no seu percurso.

 

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